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Brochura 16 x 21 cm 120pp ilustrado R$ 29,00 ISBN: 978-85-378-0119-2 Nas livrarias: 20/1/2009 Organização, introdução e notas: Celso Castro e Renato Luís do Couto Neto e Lemos NO SITE
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Bernardina tinha 16 anos em 1889, ano da proclamação da República, e mantinha um diário onde anotava sua rotina: as tardes ocupadas pela costura e a movimentação de sua família. A menina, porém, era filha de Benjamin Constant, um dos principais líderes do movimento que levou à instauração da República no Brasil, em 15 de novembro daquele ano. Enquanto registrava a típica vida das jovens brasileiras no fim do século XIX, ela contava os bastidores de um dos mais importantes acontecimentos do país. O diário de Bernardina é uma preciosidade histórica. Sua inédita publicação, contendo o que se preservou dele, é resultado de um cuidadoso trabalho de pesquisa. • Acompanha quase cem notas explicativas e a reprodução de fotos e documentos. • Organização, texto de introdução e notas: Celso Castro e Renato Lemos 7 de novembro [quinta-feira] “Tio João veio hoje da Jurujuba. O Benjamin amanheceu melhor e foi ao colégio. (...) De noite estiveram aqui o sr. Quintino Bocaiúva e dois oficiais que vieram falar sobre a questão militar.” BERNARDINA BOTELHO DE MAGALHÃES era filha de Benjamin Constant. A parte que foi preservada de seu diário começa no dia 7 de agosto de 1889, quando o pai era um tenente-coronel do Exército que lecionava matemática numa escola militar do Império, e termina quando Benjamin é ministro de Estado do primeiro governo republicano. SOBRE OS ORGANIZADORES: Celso Castro e Renato Lemos, doutores em antropologia social e história, são especialistas no contexto histórico em que foi escrito O diário de Bernardina. LEIA TAMBÉM:
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coleção Ciência da Vida Comum
Brochura 16 x 23 cm 288pp R$ 49,90 ISBN: 978-85-378-0116-1 Nas livrarias: 13/1/2009 Tradução: José Maurício Gradel NO SITE
Leia a opinião de Suzana Herculano-Houzel, diretora da coleção Ciência da Vida Comum, sobre esse livro.
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“Os leitores se deliciam... com a história da ciência do século XX, desce como leite misturado ao chá.” The Dallas Morning News Uma leitura intrigante do começo ao fim. O autor conta como a estatística transformou radicalmente os métodos de pesquisa na ciência, aumentando a credibilidade da investigação em diversas áreas, tais como: medicina, política e publicidade.Tudo escrito de forma acessível, partindo de resumos biográficos como o que inspirou o título dessa edição, quando um grupo de professores ingleses estava reunido no fim de 1920 para tomar chá numa tarde de verão. O assunto se voltou para uma pergunta curiosa: o gosto muda de acordo com a ordem em que o chá e o leite são colocados? Essa simples questão resultou em um estudo pioneiro na área. Você vai descobrir como a estatística se transformou na maior revolução científica do século XX e perceber como está presente nos mais diferentes campos de nossas vidas. E mais: • O autor escreveu um prefácio especialmente para a edição brasileira, com os desenvolvimentos da estatística no nosso país. DAVID SALSBURG, estatístico e farmacêutico industrial, ensinou nas universidades de Cambridge (Trinity College), Connecticut, e Pensilvânia. Autor de livros de sucesso, é membro da American Statistics Association. LEIA NA MESMA COLEÇÃO:
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coleção Nova Biblioteca de Ciências Sociais
Brochura 14 x 21 cm 96pp R$ 29,00 ISBN: 978-85-378-0114-7 Nas livrarias: 27/1/2009 Tradução: Maria Luiza X. de A. Borges Introdução e organização de Celso Castro NO SITE
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Wright Mills foi um dos mais importantes cientistas sociais americanos do século XX. Analisou a sociedade em que vivia em livros que se tornaram famosos. Em A imaginação sociológica (1959), publicou um apêndice que se tornou um de seus textos mais procurados pelos estudantes: "Sobre o artesanato intelectual". É esse o ensaio que abre a presente coletânea, que inclui ainda um trecho de A nova classe média, uma palestra inédita em português, um texto de A imaginação sociológica, e uma carta escrita no Brasil, em 1959, quando participou de um seminário no Museu Nacional do Rio de Janeiro. Para os que buscam transformar seu ofício de cientista social numa verdadeira aventura intelectual e existencial, essa é uma leitura obrigatória e rejuvenescedora. “O conhecimento é uma escolha tanto de um modo de vida quanto de uma carreira; quer o saiba ou não, o trabalhador intelectual forma-se a si próprio à medida que trabalha para o aperfeiçoamento de seu ofício.” C. Wright Mills C. WRIGHT MILLS (1916-1962) teve sua obra extensamente publicada no Brasil pela Zahar Editores nas décadas de 60 e 70. Foi professor de sociologia das Universidades de Maryland e Columbia. Publicou livros como A nova classe média e A elite no poder. O autor era apaixonado por motocicletas e motores, a capa do livro mostra Mills com sua moto BMW, na qual ia para a universidade todos os dias. LEIA TAMBÉM OUTROS CLÁSSICOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS:
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| 1. | O vinho mais caro da história Benjamin Wallace |
6. | A sociedade individualizada Zygmunt Bauman |
| 2. | Guia ilustrado Zahar de filosofia Stephen Law |
7. | Conversas com Almodóvar Frédéric Strauss |
| 3. | O Conde de Monte Cristo Alexandre Dumas |
8. | Uma maçã por dia Joe Schwarcz |
| 4. | O homem que roubou Portugal Murray Teigh Bloom |
9. | Uma temporada no inferno com os Rolling Stones Robert Greenfield |
| 5. | Guia ilustrado Zahar de vinhos franceses Robert Joseph |
10. | Guia ilustrado Zahar de cinema Ronald Bergan |
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16/11/2008 - Estado de Minas
05/12/2008 - Jornal do Brasil
06/12/2008 - O Globo
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02/12/2008 - O Globo
05/12/2008 - O Globo
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